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Bancários agendam reunião com governo federal por prioridade na vacinação; cidade de Ourinhos, próxima a Bauru, vacinou a categoria nessa quarta, 9

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Nessa terça-feira (8), representantes do movimento sindical agendaram uma reunião com o governo federal para discutir a inclusão da categoria bancária entre as prioritárias no Plano Nacional de Imunização (PNI). A reunião será no dia 15, em Brasília, e contará, ainda, com a participação da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região, desde o início da pandemia, tem feito inúmeros esforços para tentar evitar a disseminação do coronavírus entre os trabalhadores dos bancos. Um desses esforços consistiu, também, em solicitar prioridade para os bancários na fila da vacinação — tanto a vereadores e prefeitos da região quanto ao governador João Doria.

Quase nenhum desses agentes públicos respondeu positivamente ao Sindicato. Uns dos poucos que o fizeram foram os vereadores de Avaré, que aprovaram um projeto de lei incluindo os bancários entre os grupos prioritários da imunização. Entretanto, o prefeito de Avaré recuou de cumprir a lei que ele mesmo já havia sancionado.

Isso ocorreu depois dele receber um ofício do governo do Estado advertindo-o que, se o município aplicasse a vacina em ordem diversa da estipulada pelos planos de vacinação nacional ou estadual, seriam multados “o agente público responsável pela aplicação da vacina, bem como seus superiores hierárquicos”, e também “a pessoa imunizada ou seu representante legal”. É o que determina a Lei Estadual nº 17.320/2021, sancionada em 12 de fevereiro de 2021 pelo governador João Doria.

Ourinhos

Embora Avaré não tenha vacinado os bancários, o município de Ourinhos, que fica a cerca de 120 km de Bauru, vacinou. Nessa quarta-feira (9), os bancários e mais seis grupos profissionais da cidade (trabalhadores do Judiciário, da segurança pública, do Poupatempo, da rodoviária, de farmácias e de postos de combustíveis) foram imunizados com as vacinas que sobraram dos grupos da segunda dose e das comorbidades.

O Sindicato entrou em contato com a prefeitura de Ourinhos e foi informado que se tratou de uma decisão administrativa e epidemiológica.

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