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Em três anos, Bolsonaro já gastou 18,8% a mais no cartão corporativo, do que Dilma e Temer em quatro anos na presidência

02/02/2022

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Um levantamento divulgado pela imprensa no dia 30, demonstra que, sob a gestão Bolsonaro, o uso do cartão corporativo da presidência já é o maior dos últimos sete anos no país. Desde que assumiu o Poder Executivo, Bolsonaro e família já consumiram mais de R$ 29,6 milhões de recursos públicos, com a compra de produtos e serviços sigilosos. Entretanto, ainda faltam 11 meses para o término de seu mandato. Com isso, os gastos ainda podem aumentar muito.

A título de comparação, entre 2015 e 2018, todo o período da gestão Dilma-Temer, os ex-presidentes gastaram juntos um total de R$ 24,9 milhões no cartão corporativo. A cifra gasta por Bolsonaro já representa um percentual 18,8% maior que todo o valor utilizado pela gestão anterior.

O ano de 2021 bateu o recorde de gastos na presidência do Brasil e alcançou R$ 11,8 milhões. Coincidentemente, durante o período, Bolsonaro participou de diversas motociatas, manifestações contra decisões do STF e aglomerações em parques de diversão e praias. Uma verdadeira farra com o dinheiro público!

#Bolsonaroporco

Em tentativa patética de demonstrar humildade para sua base de seguidores e conter as críticas em relação ao gasto exorbitante com o cartão corporativo, o presidente publicou no final de semana um vídeo em que ele aparece comendo frango com farofa em uma lanchonete de Brasília.
Apesar de ter sido compartilhado por ministros e apoiadores, o vídeo foi apagado assim que a hashtag #Bolsonaroporco começou a fazer barulho. Na filmagem, Bolsonaro aparece todo sujo de farofa, com cabelo desgrenhado e pegando o frango com mão (foto).

O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região e a imensa maioria dos brasileiros, quer saber com o que Bolsonaro tanto gasta no cartão corporativo. Essa pergunta se faz necessária por ele utilizar um decreto militar de 1967, que permite sigilo sobre os gastos corporativos da presidência. Presidentes anteriores não se aproveitavam dessa vergonhosa prerrogativa. Chega de mamata, Bolsonaro!

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