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CEF Centenário é fechada para perícia da PF sobre “quadrilha do rapel”, em Bauru

Sindicato acompanha reabertura da agência; Duas câmeras escondidas foram encontradas no forro

20/02/2026

Bancos: Caixa Econômica Federal

A agência Centenário da Caixa Econômica Federal, localizada na avenida Duque de Caxias, em Bauru, permaneceu fechada na manhã desta sexta-feira (20), para a realização de perícia da Polícia Federal. A unidade seria o próximo alvo da chamada “quadrilha do rapel”, grupo criminoso que atua invadindo agências bancárias pelo forro durante o expediente.

De acordo com as investigações, um dos integrantes da quadrilha, preso após atuar na região, revelou que a agência Centenário estava nos planos do grupo. A partir dessa informação, a Polícia Federal realizou diligências no local e encontrou duas câmeras escondidas no forro da unidade, o que reforça a suspeita de monitoramento prévio para a execução do crime.

Após a conclusão da perícia, a agência foi reaberta ao público. Os diretores do Sindicato dos Bancários de Bauru e Região, Pedro Valesi e Laura Xavier, acompanharam a retomada do atendimento para verificar as condições de trabalho e prestar apoio aos funcionários.

A notícia de que a unidade poderia ter sido alvo de uma ação criminosa gerou apreensão entre os trabalhadores. A entidade ressaltou que está à disposição dos bancários e que oferece acompanhamento psicológico gratuito aos sindicalizados que necessitarem de apoio. O Sindicato também irá cobrar da Caixa a adoção de medidas preventivas para reforçar a segurança da agência.

Relembre o caso no BB Mary Dota

Em abril do ano passado, criminosos armados e encapuzados invadiram pelo telhado o Banco do Brasil localizado no bairro Mary Dota, também em Bauru, em plena luz do dia, e renderam seis funcionários. Quando a ação ocorreu, a agência já estava fechada e não havia clientes.

A primeira funcionária feita de refém estava no segundo andar da unidade. Ela foi amarrada, amordaçada e trancada em um banheiro. Em poucos minutos, dois criminosos passaram a dominar outros funcionários de forma silenciosa e os trancaram dentro do cofre. O grupo roubou malotes com cerca R$ 500 mil e fugiu pelo telhado.

Esses casos evidenciam a necessidade de investimentos contínuos na segurança de todas agências bancárias, incluindo a manutenção dos vigilantes e das portas giratórias com detectores de metais, fundamentais para inibir ações criminosas e garantir maior proteção aos trabalhadores e clientes.

 

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