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Cassi aumenta coparticipações e extingue limite de cobrança

Conselho Deliberativo aprovou alterações durante reunião no dia 24

01/07/2019

No último dia 24, o Conselho Deliberativo da Cassi se reuniu para aprovar dois verdadeiros golpes contra os associados:

1) o aumento das coparticipações sobre consultas e exames e

2) o fim do limitador sobre as cobranças, que correspondia a 1/24 do salário.

Votaram a favor da proposta os indicados do Banco do Brasil e, também, Sérgio Faraco, que é um dos representantes eleitos pelos associados. Os demais representantes eleitos que participaram da reunião (Ronaldo de Moraes Ferreira, Luiz Pizetta, Otamir Silva de Castro e Rosineia Diana Balbino) votaram contra. Sérgio Faraco, atual presidente do conselho, chegou a negar o pedido de vista feito por outro conselheiro eleito, o que adiaria a votação.

Coparticipações
Trata-se do segundo aumento dos percentuais de coparticipação somente neste ano. Em janeiro, a coparticipação sobre consultas já havia sido aumentada de 30% para 40%, e a coparticipação sobre exames, de 10% para 20%. Agora, com essa mais recente decisão do Conselho Deliberativo, a coparticipação sobre consultas será de 50% e a coparticipação sobre exames será de 30%.

Limite
Além disso, a Cassi não vai mais considerar o limite de 1/24 do salário para realizar a cobrança da coparticipação sobre exames. Os valores restantes do total da coparticipação serão cobrados do associado todos os meses, até o pagamento integral da dívida.

Para o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região, isso tudo é um verdadeiro absurdo, já que as regras da coparticipação foram instituídas em 2007, por meio de uma reforma estatutária aprovada pelo corpo social, que “é o órgão máximo de deliberação” da Cassi. Compete somente ao corpo social “deliberar sobre aprovação de alteração estatutária (Art. 27, inciso III do Estatuto), e o limite da coparticipação, por exemplo, está no Art. 10, inciso I.

“A intenção, com essas alterações unilaterais, é que os funcionários desistam da Cassi”, afirma Paulo Tonon, funcionário do BB e diretor do Sindicato.
O Sindicato está elaborando uma ação civil pública contra essas decisões do conselho.

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