SEEB Bauru

Sindicato dos Bancários e Financiários
de Bauru e Região

CSP

Notícias

Banco do Brasil desativa grupos de WhatsApp criados para cobrar metas

16/09/2020

Bancos: Banco do Brasil

O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região foi informado que nesta quarta-feira (16), o Banco do Brasil começou a desativar os grupos de WhatsApp criados para cobrança de metas nos celulares particulares dos bancários.

Há alguns anos, essa prática já é proibida pela Convenção Coletiva da categoria (leia abaixo a cláusula 39 da CCT 2018-2020) para todos os bancos e caso haja infração, o banco deve ser condenado ao pagamento da multa prevista na cláusula 51. No entanto, as instituições insistem em não cumprir com o determinado.

Para o Sindicato, a decisão do Banco do Brasil de finalmente respeitar o acordo, que já foi renovado e mantém a proibição, é o mínimo que o banco poderia ter feito.

Em agosto, o Sindicato ajuizou uma ação civil pública com pedido de concessão de tutela de urgência, visando a interrupção da prática de assédio moral, decorrente da cobrança de metas de formas abusivas com exposição de ranking de resultados em grupos de WhatsApp.

Na ação, a entidade reforçou que a prática ilegal de cobrança de metas em celulares particulares e a exposição de ranking, podem causar adoecimento dos trabalhadores e citou a criação absurda do BB de um sistema de pontuação para atendimento de clientes, onde os bancários são monitorados e perdem pontos se utilizarem, por exemplo, pleonasmos no atendimento.

A entidade continuará de olho na postura do BB e não aceitará a criação de novos grupos de cobrança.

Notícias Relacionadas

BB é multado em mais de R$ 5,4 milhões por incluir seguros em contratos de empréstimos consignados

Banco do Brasil 30/09/2026

Atuação do Sindicato garante isenção de imposto de renda a aposentada do BB com câncer de pele

Banco do Brasil 29/09/2026

Vitória! Sindicato conquista liminar determinando que BB pague PLR aos trabalhadores

Banco do Brasil 23/09/2026

A situação já havia sido resolvida antes da decisão judicial, porém, a luta por indenização por dano coletivo segue na Justiça!